A inteligência que transforma dado eleitoral em estratégia

A inteligência que conta o voto antes da urna.

Nome por nome. Com prova de que a equipe foi à rua, e a prestação de contas pronta antes de o TSE pedir.

Não promete vitória. Promete saber e provar. · Já tem conta? Entrar no sistema

Painel de inteligência ✦ IA Campanha a vereador · Rio Branco/AC
atualizado há 16 s
Meta de votos garantidos
952de 4.500

Faltam 3.548 votos para atingir a meta

21%da meta
Garantidos 952 Prováveis 795 Meta 4.500

Tela real do sistema, com dado de uma campanha de demonstração.

O problema

Campanha não se ganha no achismo.

Toda campanha tem uma estimativa. Quase nenhuma tem uma contagem. A diferença entre as duas aparece no domingo, quando não dá mais para corrigir.

“A gente tem uns quatro mil.” Um chute repetido até virar número.
“O pessoal está na rua.” Uma afirmação que ninguém consegue conferir.
“O bairro do Centro é nosso.” Uma memória de outra eleição.
“A contabilidade está em dia.” Uma esperança.
O caos

Campanha ainda opera no caos.

A informação existe. Ela só não está no mesmo lugar. Quando alguém pergunta “quantos votos nós temos?”, começa uma reunião — e ela termina sem resposta.

A basenuma planilha que três pessoas editam ao mesmo tempo
As visitasnum grupo de WhatsApp que ninguém rola até o fim
As notas fiscaisnuma pasta, esperando o contador pedir
O mapana cabeça de uma pessoa só
A virada

Uma nova forma de comandar uma campanha.

A primeira auditoria de urna que acontece antes da urna. Enquanto o mercado organiza contato, O Maquiavel conta voto. Cada pessoa entra como provável e só vira garantido quando alguém da campanha confirma — e o sistema guarda quem confirmou, quando e onde.

O ecossistema

Tudo conectado. Uma única inteligência.

A sala de comando de uma candidatura. Vinte mecânicas ligadas à mesma contagem. Você abre uma tela e sabe quantos votos tem, quem os trouxe, onde a campanha não chegou, quanto foi gasto e o que o TSE vai perguntar.

Não são vinte programas que conversam. É um só: o eleitor que a equipe cadastra na calçada é o mesmo que entra na nota da IA, no mapa, na rota de amanhã, no grupo da igreja e na contagem que aparece na TV do comitê.

Todo sistema organiza a campanha.Este prova o que ela fez.

A diferença aparece quando alguém diz que trabalhou.

“Eu visitei o Seu João.”O GPS confirma a 80 metros, com 10 minutos de permanência.
“Cadastrei 200 pessoas esta semana.”A integridade acusa o pico anormal e o cadastro duplicado.
“Eu tenho uns 4.000 votos garantidos.”A base conta 952, um por um, com quem trouxe cada um.
“O fornecedor entregou tudo certinho.”A vistoria com foto datada prova o estado na entrega.
“A prestação de contas está em ordem.”O fiscal aponta antes de o TSE apontar, dez vezes por dia.

A sua campanha acha que tem 4.500 votos.Ela tem 952.

A diferença não é pessimismo: é a conta feita nome por nome. Quem não foi confirmado por ninguém continua na base — como provável, que é o que ele realmente é.

Já é voto certo 952 pessoas · nota média 51 estão amarradas ao fundo: ninguém tira essas de você
5de cada 10
Ainda em dúvida 795 pessoas · nota média 36 estão escorregando: vão para quem bater na porta primeiro
5de cada 10
De onde vem o voto ✦ IA
a água parou aqui 5 de cada 10 escorregando na beirada caíram no fundo — não saem mais

Vinte mecânicas. Cada uma substitui um trabalho que hoje é feito no grito, na planilha ou na confiança.

Elas não estão organizadas por menu. Estão organizadas pelo trabalho que fazem — e a soma dos cinco é a campanha inteira.

Contar o voto antes da urna

Onde a estimativa de reunião vira uma contagem que se confere, nome por nome.

Eleitores

O voto contado, um por um.

Troca a estimativa de cabeça por uma contagem que se confere. Cada pessoa entra como provável e só vira garantido quando alguém da campanha confirma. Você abre a tela e vê quantos votos já tem contra a meta do seu cargo — e cada nome traz ficha completa, histórico de contato, grupo, endereço, colégio eleitoral e a liderança que o trouxe.

É a menor unidade do produto inteiro: sem esta contagem, nenhuma outra tela tem do que falar.

Provável → garantido · Ficha completa · Histórico de contato · Meta do pleito

Cadastro e link de convite

A base cresce sem ninguém digitar.

A equipe cadastra pelo celular, em pé na calçada, num formulário feito para uma mão só. E cada liderança tem um link próprio para mandar no WhatsApp: quem clica se cadastra sozinho e já cai na rede de quem mandou, com o consentimento registrado. Entra como a confirmar — nunca como voto garantido, porque ninguém confirmou nada ainda.

O cabo eleitoral para de digitar lista à noite: ele manda um link no grupo e a base cresce sozinha.

Cadastro no celular · Um link por liderança · Cai na rede certa · Consentimento registrado

Importar a base que você já tem

A mudança de casa, sem perder ninguém.

Sobe a planilha do WhatsApp, do papel digitado ou do sistema velho. O sistema lê, confere linha por linha e mostra o que vai fazer antes de gravar: quem é novo, quem já existe, o que está incompleto, qual telefone está fora de formato. Nome, telefone e bairro são normalizados na entrada, então “Jose da Silva” e “JOSÉ DA SILVA” não viram duas pessoas. Nada entra na sua base até você clicar em confirmar.

Modelo pronto · Conferência linha a linha · Nome e telefone normalizados · Grava só com o seu OK

Lideranças e redes

A cobrança que não vira briga.

Cada liderança com meta, prazo e entrega medida — e o ranking do mês na tela. Ninguém discute com o número. A rede mostra quem trouxe quem, geração por geração, e cada liderança só enxerga o próprio ramo: ninguém copia a base do outro dentro da sua campanha. Quem está solto, sem rede, aparece com número visível — porque desorganização que ninguém vê é desorganização que só aparece na véspera.

Meta e prazo por líder · Ranking de entrega · Árvore de quem trouxe quem · Sigilo entre ramos

Grupos

O voto que vem em bloco.

Igreja, sindicato, associação de bairro, condomínio, escola. A campanha para de falar só com indivíduo e passa a saber quanto vale cada bloco — quantos votos ele tem, quem é a liderança dele e qual deles ainda não foi visitado este mês. O líder de grupo tem tela própria, com a gente dele e mais ninguém.

Segmentação por bloco · Peso de cada grupo · Tela do líder de grupo · Cruzamento com o mapa

Chance de Voto ✦ IA

A probabilidade no lugar da torcida.

Uma nota de 0 a 100 por eleitor, calculada em 6 fatores com peso aberto: camada do voto, contatos registrados, recência do último contato, presença em eventos, cadastro completo e confiança da liderança que o trouxe. Ela cai sozinha quando o contato esfria — duas semanas sem conversa e a nota desce, sem ninguém mexer. A história da nota fica guardada, com a versão do cálculo, para você comparar duas datas sem comparar réguas diferentes.

O fim do “eu acho que ele vota”: o número muda mesmo quando a campanha prefere não olhar.

Nota por eleitor · 6 fatores declarados · Histórico da nota · Modo TV para a parede

Pôr gente na rua e provar que ela foi

O único lugar do mercado onde “eu visitei” deixa de ser palavra de honra.

Jornada de campo com GPS

Palavra vira prova.

O agente abre a jornada no celular e a campanha vê a rua acontecer ao vivo, com sigilo entre lideranças: cada uma só enxerga a própria equipe. O check-in só libera dentro de 80 metros do endereço do eleitor, e a visita só fecha depois de 10 minutos de permanência — a duração real fica gravada. Visita confirmada por GPS conta como contato, entra na cobertura do território e sobe a Chance de Voto na hora.

É a mecânica que ninguém copia: ela transforma relatório de boca em dado auditável.

Mapa ao vivo · Check-in a 80 m · Permanência mínima de 10 min · Vira interação e nota

Rotas otimizadas ✦ IA

O rendimento do pé na rua, medido.

Responde três perguntas que planilha nenhuma responde: a caminhada de ontem rendeu?, minha equipe está pisando no mesmo lugar? e para onde eu mando o pessoal amanhã? Mede produtividade por jornada, acha sobreposição de equipe e sugere a próxima rota. Tudo sai do GPS já gravado — e onde não há dado, ele diz “sem dado” em vez de estimar. A sugestão nunca vira tarefa sozinha: quem decide é a coordenação.

Produtividade por jornada · Sobreposição de equipe · Próxima rota sugerida · Sugestão nunca vira ordem

Mapa eleitoral ✦ IA

O território deixa de ser palpite.

Onde a sua campanha é forte, onde ela não existe, e o que já foi instalado na rua. Calor por bairro, equipe ao vivo no mapa, placas e banners no ponto exato em que foram fixados, camadas que ligam e desligam, e busca por endereço, bairro ou seção. O mesmo mapa mostra os colégios eleitorais e os eleitores ligados a cada um.

Calor por bairro · Equipe ao vivo · Placas no mapa · Busca por endereço e bairro

Colégios eleitorais

Um clique traz a urna para dentro da sua conta.

Aperte um botão e todos os locais de votação oficiais do seu município entram na sua conta já posicionados no mapa — sem baixar arquivo, sem planilha, sem esperar geocodificação. O espelho nacional do TSE já está aqui dentro: 95.554 locais, 516 mil seções e 158,7 milhões de eleitores, em 5.571 municípios. As seções vêm agrupadas por local e por zona, e cada eleitor da sua base pode ser amarrado ao colégio dele. Candidatura estadual ou federal traz o estado inteiro no mesmo clique.

Não basta ter o voto: é preciso saber em que urna ele cai — e quantos eleitores disputam aquela urna com você.

1 clique, sem arquivo · Já nascem no mapa · Zona e seção agrupadas · Município ou estado inteiro

Material e estoque

O material que some — e a rua que você domina.

Entrada, saída e quem levou, pessoa por pessoa. Cada placa e banner é instalado com foto e vai para o mapa no ponto exato, e a ficha do eleitor passa a mostrar “placa na casa”. A campanha vê o próprio domínio visual da cidade, prova que o material virou rua e não fundo de garagem, e ainda tem o rastro completo até o arquivamento — que é propaganda legal e regulada.

Estoque com dono · Instalação com foto · Placa no mapa · Rastro até o arquivamento

Responder pelo dinheiro

A parte que ninguém quer fazer, e que decide se a campanha é aprovada ou rejeitada.

Financeiro da campanha

A defesa. É aqui que o sistema se paga.

Ele existe para a sua campanha não ser rejeitada, e para tirar volume da mesa do contador — que cobra por volume de serviço. Você lança gasto escrevendo uma frase, e o sistema entende o tipo, a fonte e o fornecedor. Traz 73 tipos de contratação, com a base legal citada em 72 deles, e 60 modelos de contrato prontos para assinar. Sabe o teto do seu cargo no seu município: são 11.197 limites oficiais carregados, cada um com a portaria do TSE ao lado. Controla pagamento, parcela, reembolso, orçamento, alçada de aprovação e vistoria de equipamento com roteiro e foto datada. E um fiscal passa dez conferências na sua campanha todo dia — fonte que não pode custear aquele gasto, material sem tiragem declarada, fornecedor com documento inválido, parcela vencida sem pagamento, concentração num fornecedor só, teto próximo — apontando antes de o TSE apontar. No fim, sai o pacote pronto para o contador, com folha de rosto.

Ele avisa e nunca trava: gasto fora do teto também é registrado. Quem julga legalidade é o seu advogado, e o sistema aponta os 12 tipos de gasto que costumam render essa conversa.

Lançar por frase · 73 tipos e 60 contratos · Vistoria com foto · Fiscal diário · Pacote do contador

Não é apenas inteligência artificial.
É inteligência aplicada à política.

A inteligência mora dentro das mecânicas. Não é um robô no canto da tela: é inteligência dentro do trabalho — e o selo ✦ IA diz, em cada tela, onde ela encostou.

Copiloto ✦ IA

O coordenador experiente que não dorme.

Pergunte em português, do jeito que você falaria: “quantos votos me faltam no Centro?” Ele consulta a sua campanha de verdade — panorama, eleitores por bairro, busca por nome, ranking de lideranças, agenda dos próximos dias, pendências de integridade — e responde com o número, não com conversa. Propõe ações que só acontecem quando você confirma: agendar compromisso, mesclar dois cadastros duplicados, mudar o status de um eleitor, transferir alguém de rede. Lê e gera documentos: lista o que existe na campanha, lê o texto de um ofício que você subiu, e produz PDF ou planilha na hora.

E ele lembra de você, em três camadas: o que aprendeu sobre a sua campanha fica para sempre; a conversa de hoje é curta e barata; e tudo o que já foi discutido pode ser resgatado quando ele precisar.

Resposta com dado real · Ação só com o seu OK · Gera PDF e planilha · Memória em 3 camadas

Relatórios avançados ✦ IA

Da montanha de dados para uma visão executiva.

Diagnóstico, não tabela. A Central de Inteligência lê tudo — base, redes e genealogia do voto, chance de voto, mapa, estoque e visibilidade de rua, integridade e cobertura territorial — e responde o que vai bem, o que vai mal, o que é urgente e o que fazer. Sai em Raio-X do território, bairro a bairro, e em relatório executivo pronto para mostrar. Nenhum relatório aqui é uma lista.

É o número que você mostra ao partido e ao doador — e o print que a campanha posta.

Raio-X territorial · Relatório executivo · Gráficos que se explicam · Pronto para a parede

Agenda inteligente ✦ IA

A agenda que sabe onde a campanha está fraca.

Escreva “reunião com o pastor no Bairro Novo sábado às 9” e vira compromisso, com o endereço geocodificado no mapa. Ela avisa horário sobreposto, deslocamento impossível e dia sobrecarregado, e vai além do calendário: aponta o bairro esquecido, a liderança sem contato há tempo demais e o evento vizinho que dá para emendar no mesmo dia. Conflito avisa e nunca bloqueia: quem manda na agenda é o candidato.

Escreve em português · Conflito e deslocamento · Bairro esquecido · Emenda geográfica

Pendências e integridade ✦ IA

O fiscal da sua própria base.

O único módulo que protege o candidato da própria equipe. Acha o mesmo eleitor cadastrado por duas lideranças, CPF e telefone repetidos, título sem dígito verificador, cadastro fantasma sem contato há tempo demais e campo obrigatório faltando. A IA acha, você decide — nada é apagado sozinho, e mesclar dois cadastros junta votos, presenças e rede num registro só, sem perder histórico. E quando falta dado, um botão cobra o responsável pelo cadastro no WhatsApp — nunca o eleitor.

Impede que a sua contagem de votos minta para você — que é o jeito mais caro de perder uma eleição: descobrir na urna que os 4.000 eram 950.

Duplicata entre lideranças · Dado inválido · Cadastro fantasma · Cobra o responsável

A casa por trás da campanha

Quem entra, o que você contratou, e quem atende quando trava.

Coordenação compartilhada

A gente por trás da máquina.

O único lugar onde o produto deixa de ser software: sessões de estratégia com um estrategista humano que senta, lê os seus números com você e diz o que fazer com eles. Uma hora cada, com pauta preparada em cima da sua campanha e histórico do que foi decidido em cada uma. O plano Partido traz 2 sessões por mês; o Comando, 4. Precisou de mais? Hora avulsa se compra à parte.

Nenhum concorrente põe gente dentro do plano.

Gente dentro do plano · Sessão de 1 hora · Pauta preparada · Histórico do que foi decidido

Equipe e segurança

Cada um enxerga só o que deve.

Sete níveis de acesso, do candidato à formiguinha de rua. A liderança vê o próprio ramo, o líder de grupo vê o grupo dele, a equipe de rua vê o formulário de cadastro, e o Financeiro só abre para quem responde pela campanha. Verificação em duas etapas para as contas que mandam, e cada login é uma pessoa com nome — não uma senha compartilhada no grupo.

7 patentes · Escopo por rede · Financeiro restrito · Verificação em duas etapas

Felicitações

A campanha aparece no dia em que a pessoa é o assunto.

Quem faz aniversário hoje, com a mensagem já escrita com o nome do eleitor e o do candidato, pronta para sair do WhatsApp de quem clica — não de um número de robô, que é o que faz as pessoas bloquearem campanha. Sem pedido de voto: o sistema trava isso, porque felicitação com pedido de voto vira propaganda eleitoral.

Aniversários do dia · Mensagem pronta · Sai do seu WhatsApp · Trava contra pedido de voto

Suporte

Quem travou fala com gente.

Abre chamado de dentro do sistema, manda o print da tela, conversa e acompanha até o fim — e a equipe é avisada na hora, por e-mail. Quem fecha o chamado é quem o abriu: não somos nós que decidimos que o seu problema acabou.

Chamado de dentro do sistema · Print da tela · Conversa registrada · Você fecha, não nós
Os gráficos

Vinte e três gráficos que ninguém mais tem.

Não são gráficos de biblioteca com a cor trocada: boa parte deles foi inventada para este produto e não existe em lugar nenhum — a órbita das lideranças, a digital da ficha, as raízes da rede, o corredor dos dias. Cada um se explica sozinho, com legenda escrita em português e a leitura pronta embaixo. Só a tela de Chance de Voto tem vinte e três.

E os cinco abaixo não são imagem do sistema: são o sistema. Passe o mouse em qualquer um — eles giram, param e respondem, como respondem lá dentro.

A árvore da campanha

Quem trouxe quem, do candidato até a última formiguinha. A espessura do galho é o tamanho do ramo que ele carrega — rede grande sai grossa do tronco, rede pequena sai como um fio. O anel em volta de cada rosto é quanto daquela rede já virou voto certo. Passe o mouse num nome e o caminho dele até o topo acende; clique e a árvore mostra só aquele ramo.

Árvore da campanhaa espessura do galho é o tamanho do ramo
165 eleitor(es) respondem direto à candidatura, sem liderança no meio.
ERElaine Esteves
5cadastros
FDiego Rocha
2cadastros
FWagner Aragão
0cadastros
FZeca Rocha
9cadastros
FSílvia Guedes
5cadastros
FYara Serra
11cadastros
FCristiane Juliano
5cadastros
ERGisele Moura
5cadastros
FAdriana Dantas
3cadastros
FQuitéria Bezerra
4cadastros
ERNelson Guedes
2cadastros
FQuitéria Oliveira
1cadastros
FJonas Cunha
5cadastros
ERAdriana Quadros
1cadastros
FYara Guedes
1cadastros
Como ler o desenho
O anel fechou 62% = essa fatia do ramo já é voto garantido
+3Entraram nesta semana nesse ramo
150O número grande é o ramo inteiro: a pessoa mais tudo que está abaixo dela
Galho mais grosso = ramo que entrega mais gente
Quem é quem
EREquipe de Ruacontratada pela campanha (CNPJ) · trabalha em campo e registra material
FFormiguinhaapoiadora voluntária · cadastra eleitores e faz jornada de campo
Liderança cadastrada na árvore e ainda sem acesso ao sistema — normal até ela receber a senha
9Quantos ela cadastrou — já contados na rede da liderança dela. O são os que a candidatura migrou para outra rede
Clique numa liderança para ver só o ramo dela · passe o cursor para acender a linha de comando até a candidatura · arraste para mover · use − e + para o zoom

arraste para o lado para ver a campanha inteira

Quem promete e quem entrega ✦ IA

Cada liderança é um planeta. O tamanho é a rede dela; a distância até o centro é quanto a campanha confia; e a volta é mais rápida em quem converte mais. Passe o mouse numa bola — o sistema para de girar, igual lá dentro.

8lideranças
A ficha da sua gente, como uma digital ✦ IA

Cada faixa de linhas é um dado da ficha e tem a sua própria cor; onde o dado existe a linha está cheia, onde falta ela vira pontilhado. A leitora varre de cima a baixo e só acende o que encontra.

O QUE A DIGITAL ENCONTROUTelefone1.469 de 1.747 fichasfaltam 278 — não dá para ligar nem mandar…84,1%CPF1.087 de 1.747 fichasfaltam 660 — não dá para saber se é a mesma…62,2%Endereço1.485 de 1.747 fichasfaltam 262 — não dá para bater na porta85%Título0 de 1.747 fichasnão dá para conferir se a pessoa…0%NENHUMA FICHAZona0 de 1.747 fichasnão dá para saber em qual local a…0%NENHUMA FICHASeção0 de 1.747 fichasnão dá para puxar ninguém para a…0%NENHUMA FICHAA digital não fecha por fora: as três faixas da borda não têm uma única linha desenhada.
Onde está o voto por convencer ✦ IA

Cada raiz é uma liderança sua. A raiz mais comprida tem mais gente embaixo; os dez pedaços acesos são quantos, de cada 10 daquela rede, já viraram voto certo; e a cor é quanta gente ainda falta convencer ali — verde é pouca, coral é muita.

A CAMPANHA— o número é quanta gente falta convencerpoucano meiomuitaMaria Cavalcante6 de 10 viraram voto11 falta convencerJosé Tavares4 de 10 viraram voto85 falta convencerGorete Muniz5 de 10 viraram voto92 falta convencerJoão Bastos6 de 10 viraram voto118 falta convencerRaimundo Sales6 de 10 viraram voto184 falta convencerCláudia Nogueira5 de 10 viraram voto109 falta convencerIracema Ribeiro5 de 10 viraram voto78 falta convencerAntônio Pontes6 de 10 viraram voto55 falta convencer
Quanto tempo até virar voto ✦ IA

Quanto tempo a sua campanha leva para transformar um nome em voto. Cada anel é um prazo, e a esfera é uma pessoa fazendo o caminho: uma volta a cada dez dias.

cada bolinha é 1 pessoa em cada 100 que já viraram votoo anel tracejado é a sua média: 24 diaso dia do cadastroquanto mais fundo o anel, mais tempo a pessoa levou para decidir →DE CADA 100 QUE JÁ VIRARAM VOTOem quanto tempo cada uma decidiuDecidiu rápidoem até 20 dias360 pessoas52de cada 100Decidiu no meiode 20 a 40 dias198 pessoas28de cada 100Demoroumais de 40 dias142 pessoas20de cada 100O QUE O DESENHO ESTÁ FAZENDOa esfera é UMA pessoa: ela entra no diado cadastro e dá UMA VOLTA a cada 10 diasela para no 24º dia, que é a sua médiaa onda de luz é o tempo correndo700 pessoas já viraram votoda mais rápida (2 dias)à mais lenta (61 dias)

E ainda: o manto da base, o código genético do território, o poço de onde vem o voto, o favo das pendências, a teia dos seis fatores, o trilho da meta e mais treze. Todos com o modo TV: tela cheia, um bloco de cada vez, trocando sozinho a cada minuto — feito para a televisão da parede do comitê.

Para quem é

Feito para quem comanda a operação.

Não é só para o candidato. São seis funções abrindo a mesma contagem — e cada uma enxerga o que precisa fazer, e só o que pode ver.

01O candidatoQuer saber onde está o voto que falta, e quanto falta para a meta do cargo dele.
02A coordenaçãoQuer saber o que falta fazer hoje: quem não foi visitado, o que venceu, quem parou de entregar.
03O estrategistaQuer o Raio-X do território e o relatório executivo — o número que se leva ao partido e ao doador.
04A liderança de redeQuer mostrar o que entregou, sem discussão. Vê o próprio ramo, e ninguém copia a rede dela.
05O líder de grupoIgreja, sindicato, associação: tela própria, com a gente dele e mais ninguém.
06A equipe de ruaCadastra em pé, com uma mão, no celular — e a jornada dela vira prova, não relatório de boca.
E há um cliente que não é a campanha

Feito também para quem vive de campanha — e não de uma campanha só.

Assessoria política, consultoria eleitoral, marqueteiro, escritório que atende vários candidatos, partido que cuida da chapa inteira. A conta é uma coisa; a candidatura é outra. Uma conta comporta várias candidaturas ao mesmo tempo, e os dados de uma nunca encostam nos da outra — o isolamento é feito na consulta ao banco, não no botão que a tela esconde.

Várias candidaturas na mesma contaTrês no Partido, cinco no Comando. Trocar de candidatura é trocar de sala.
Cada uma com a sua caixa fechadaBase, equipe, financeiro, teto de gastos e território próprios. Nenhuma vê a outra.
As sessões de estratégia são da contaQuem contrata distribui entre os candidatos que atende, como quiser.
Uma fatura sóA conta assina e paga; as candidaturas continuam sendo a fronteira dos dados.

Contratar isso separado custa isto todo mês.

Não é comparação com concorrente. É a conta de quanto sairia contratar cada uma dessas quatro funções por fora, com gente, no mercado — que é o trabalho que o sistema faz sozinho.

Assessor de dados: base, fichas, listas e relatóriosR$ 3.000 a 6.000
Apoio à prestação de contas, tirando volume do contadorR$ 800 a 2.500
Inteligência territorial: onde está o voto que faltaR$ 1.500 a 5.000
Campo com GPS e comprovação de visitaR$ 500 a 1.500
Soma, por mêsR$ 5.800 a 15.000
O Maquiavel, tudo junto
R$ 1.490 /mês

E há uma peça que nenhum concorrente coloca dentro do plano: sessão de estratégia com gente de verdade. São mais R$ 1.000 a R$ 3.000 de valor por mês, nos planos que a trazem.

Ver os planos

Ele aponta. Nunca proíbe.

O teto avisa e não trava — gasto fora do limite também é registrado. A alçada cobra e não bloqueia. Quem julga legalidade é o seu advogado, e o sistema só mostra os 12 tipos de gasto que costumam render essa conversa. Não existe conta bancária conectada: nada sai daqui sem alguém mandar.

A sua base é sua.Cada liderança vê só o próprio ramo. Ninguém copia a rede de ninguém dentro da sua campanha.
Serve a qualquer candidatura.O Maquiavel não fala de partido, de ideologia nem de candidato. Serve a qualquer um.
Não acaba em outubro.Eleição, prestação de contas e mandato. O produto continua servindo depois da urna.
Segurança

Dado político exige responsabilidade.

A base de uma campanha é a lista de quem vota em você. Ela não pode vazar, não pode circular por engano, e não pode ser copiada por quem sai da equipe.

Documento cifrado no bancoCPF, título de eleitor e os arquivos que você sobe são gravados cifrados. Quem abrisse a tabela não leria o número.
Uma campanha não vê a outraCada conta é uma caixa fechada, e o isolamento é aplicado na consulta ao banco — não no botão que a tela mostra.
Sete patentes de acessoDo candidato à formiguinha de rua. A liderança vê o próprio ramo; o Financeiro só abre para quem responde pela campanha.
Verificação em duas etapasPara as contas que mandam, pelo aplicativo autenticador, com códigos de recuperação para quem perder o celular.
Cada login é uma pessoaCom nome, e não uma senha compartilhada no grupo do WhatsApp. Sai da equipe, sai o acesso — e o cadastro dela fica.
Ação de risco fica registradaQuem fez, o que fez e quando — inclusive quando é a nossa equipe que entra na sua conta, a seu pedido.

Segurança é trabalho contínuo, e este é o estado de hoje, não uma promessa. A arquitetura pode ser apresentada em detalhe a quem responde pela sua campanha.

Velocidade

Campanha não tem semana que vem.

Tecnologia construída para decisão que não pode esperar. Da conta aberta ao número real, em três passos.

01A base entraPor planilha ou por link no WhatsApp. Nada é gravado até você confirmar o que viu.
02O território entraUm clique traz os locais de votação do seu município, já posicionados no mapa.
03O número apareceNa primeira semana você sabe quantos votos tem, e quem trouxe cada um.

Preço de lançamento.

Todos os planos abrem todas as abas. O que muda é quanta inteligência artificial cabe no mês e quantas candidaturas a conta atende.

Essencial

Quem começa agora

R$ 5.000
R$ 1.490 /mês
−70%
  • 1 candidatura, equipe ilimitada
  • Todas as 20 mecânicas abertas
  • 60 créditos de IA por mês
Assinar o Essencial

Profissional

Quem quer ganhar

R$ 15.000
R$ 3.900 /mês
−74%
  • 1 candidatura, equipe ilimitada
  • 500 créditos: a IA trabalhando todo dia
  • Relatórios e Copiloto sem economia
Assinar o Profissional

Partido

Quem elege mais de um

R$ 35.000
R$ 7.900 /mês
−77%
  • 3 candidaturas na mesma conta
  • 1.200 créditos de IA por mês
  • 2 sessões de estratégia por mês
Assinar o Partido

Comando

Quem comanda a chapa

R$ 45.000
R$ 12.900 /mês
−71%
  • 5 candidaturas na mesma conta
  • 2.400 créditos de IA por mês
  • 4 sessões de estratégia por mês
Assinar o Comando
A definir antes de publicar: prazo da promoção, garantia de devolução, existência de teste grátis e o caminho de contratação. São decisões comerciais, e nenhuma delas foi inventada aqui.

Perguntas frequentes.

Resposta completa, com o número junto. Onde a decisão ainda é sua, a pergunta fica aberta em vez de ganhar uma resposta bonita.

O sistema serve para qualquer cargo?

Serve para todos os pleitos, do maior ao menor: governador, senador, deputado federal, deputado estadual e distrital, prefeito e vereador. Nas duas formas, masculina e feminina.

O que muda de um cargo para o outro são duas coisas, e o sistema já sabe as duas. O teto de gastos: são 11.197 limites oficiais carregados, cada um com a portaria do TSE ao lado, e o seu aparece sozinho pelo cargo e pelo município. E o território: candidatura municipal traz os locais de votação da cidade, candidatura estadual ou federal traz o estado inteiro no mesmo clique.

E ele continua servindo depois da urna, no mandato.

Só serve para quem é candidato?

Não. Ele serve também para quem vive de campanha, e não de uma campanha só. Empresa de assessoria política, consultoria eleitoral, marqueteiro, escritório que presta serviço a vários candidatos, partido que cuida da chapa inteira — todos cabem aqui, e não por adaptação: é assim que o sistema foi construído.

A conta é uma coisa e a candidatura é outra. Uma conta paga e comporta várias candidaturas ao mesmo tempo — três no plano Partido, cinco no Comando — e os dados de uma nunca encostam nos da outra: o isolamento é feito na consulta ao banco, não no botão que a tela esconde. Você troca de candidatura como quem troca de sala, e cada sala tem a própria base, a própria equipe, o próprio financeiro e o próprio teto.

As horas de estrategista humano também são da conta, não de uma candidatura só — quem contrata distribui como quiser entre os candidatos que atende.

Preciso trocar a minha planilha?

Não. Você manda a sua do jeito que ela está. Não precisa arrumar coluna, não precisa renomear nada, não precisa apagar as suas anotações.

1 · Você envia o arquivo. A mesma planilha que a campanha já usa. O sistema abre e lê sozinho — ele reconhece a sua coluna mesmo que ela se chame "Fone", "Celular" ou "Telefone", e acha a página certa mesmo que a primeira seja uma capa ou um resumo.

2 · Ele te mostra o que entendeu — e ainda não gravou nada. Aparece uma tela com a conta: quantas pessoas são novas, quantas já estão na sua base, e quantas vieram com erro (um telefone com letra no meio, por exemplo). Você pode ver linha por linha, e decidir o que fazer com as repetidas.

3 · Você clica em confirmar. Só aí a sua base muda. Se você fechar a página antes disso, não entrou ninguém. Nada é feito pelas suas costas.

Duas coisas ele arruma sozinho, e elas poupam muito trabalho: "Jose da Silva" e "JOSÉ DA SILVA" não viram duas pessoas, e telefone digitado de sete jeitos diferentes vira um formato só. E ninguém vira liderança por planilha — todo mundo entra como eleitor, e quem promove é você, na tela.

Se preferir começar do zero, existe uma planilha modelo para baixar: vem em branco, com os campos que o sistema entende, e você copia a sua para dentro dela. Ela também serve impressa, para a equipe preencher à caneta antes de alguém digitar.

A equipe consegue usar no celular?

Sim, e é no celular que ela mais usa. O cadastro de rua foi feito para ser preenchido em pé, com uma mão. A jornada com GPS roda no aparelho do agente: o check-in só libera dentro de 80 metros do endereço, a visita só fecha depois de 10 minutos de permanência, e a duração real fica gravada. E cada liderança tem um link próprio para mandar no WhatsApp — quem clica se cadastra sozinho e já cai na rede de quem mandou, com o consentimento registrado.

Vocês têm acesso à minha conta bancária?

Não existe conta bancária ligada ao sistema, e não vai existir. Todo lançamento é digitado à mão, com foto do comprovante. O sistema registra, aponta, organiza e monta o pacote para o contador — ele não movimenta dinheiro. Nada sai daqui sem alguém mandar.

Uma liderança consegue ver a base de outra?

Não. Cada liderança enxerga só o próprio ramo da rede; o líder de grupo enxerga só o grupo dele; a equipe de rua enxerga o formulário de cadastro. São sete níveis de acesso, e o Financeiro só abre para quem responde pela campanha. Cada login é uma pessoa com nome — não uma senha compartilhada no grupo — e as contas que mandam entram com verificação em duas etapas, pelo aplicativo autenticador, com códigos de recuperação para quem perder o celular.

Como os meus dados ficam guardados?

CPF, título de eleitor e os documentos que você sobe ficam cifrados no banco — quem abrisse a tabela não leria o número. Cada campanha é uma caixa fechada: nenhuma conta enxerga a base de outra. E o que é feito na base fica registrado com quem fez, o que fez e quando, inclusive quando é a nossa equipe que entra a seu pedido.

O sistema trava alguma coisa se eu estourar o teto de gastos?

Não. Ele avisa quando você se aproxima, avisa quando passa — e registra do mesmo jeito o gasto que passou, porque prestação de contas incompleta é pior do que gasto acima do teto. Quem decide é você, e quem julga legalidade é o seu advogado. O sistema aponta os 12 tipos de gasto que costumam render essa conversa, e diz, na própria tela, que aquilo não é acusação.

A inteligência artificial decide alguma coisa sozinha?

Nenhuma ação que muda a sua base acontece sem o seu OK. Ela dá nota a cada eleitor, acha a duplicata que a equipe não viu, lê a nota fiscal, entende o que você escreveu na agenda e escreve o relatório — mas mesclar dois cadastros, mudar o status de um eleitor, agendar compromisso ou transferir alguém de rede são propostas, e você confirma. Onde não há dado, ela escreve "sem dado" em vez de estimar. E o selo ✦ IA diz, em cada tela, onde ela encostou.

Quanta gente da minha equipe pode entrar?

Equipe ilimitada, em todos os planos — inclusive no Essencial. Campanha cresce em semanas, e cobrar por cabeça faria a campanha esconder gente do próprio sistema. O que muda entre os planos é quanta inteligência artificial cabe no mês, quantas candidaturas a mesma conta atende e quantas sessões de estratégia com gente de verdade vêm junto: 2 por mês no Partido e 4 no Comando, de uma hora cada, com pauta preparada.

E depois da eleição, o sistema serve para quê?

A prestação de contas é fechada por ele: o pacote sai pronto para o contador, com folha de rosto. E o que a campanha construiu não é jogado fora — a base, os grupos, a agenda, o histórico de contato e o território continuam de pé para o mandato. O produto não acaba em outubro.

O próximo passo

A sua campanha já tem votos.
Falta saber quantos.

A sua campanha já tem dados. Agora ela precisa de inteligência.

A equipe abre a sua conta, importa a base que você já tem e te mostra o número real na primeira semana.

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