Resposta completa, com o número junto. Onde a decisão ainda é sua, a
pergunta fica aberta em vez de ganhar uma resposta bonita.
O sistema serve para qualquer cargo?
Serve para todos os pleitos, do maior ao menor: governador, senador,
deputado federal, deputado estadual e distrital, prefeito e vereador. Nas duas
formas, masculina e feminina.
O que muda de um cargo para o outro são duas coisas, e o sistema já sabe as duas.
O teto de gastos: são 11.197 limites oficiais carregados, cada um com a
portaria do TSE ao lado, e o seu aparece sozinho pelo cargo e pelo município.
E o território: candidatura municipal traz os locais de votação da cidade,
candidatura estadual ou federal traz o estado inteiro no mesmo clique.
E ele continua servindo depois da urna, no mandato.
Só serve para quem é candidato?
Não. Ele serve também para quem vive de campanha, e não de uma campanha só.
Empresa de assessoria política, consultoria eleitoral, marqueteiro, escritório que
presta serviço a vários candidatos, partido que cuida da chapa inteira — todos cabem
aqui, e não por adaptação: é assim que o sistema foi construído.
A conta é uma coisa e a candidatura é outra. Uma conta paga e
comporta várias candidaturas ao mesmo tempo — três no plano Partido, cinco no
Comando — e os dados de uma nunca encostam nos da outra: o isolamento é feito
na consulta ao banco, não no botão que a tela esconde. Você troca de candidatura como
quem troca de sala, e cada sala tem a própria base, a própria equipe, o próprio
financeiro e o próprio teto.
As horas de estrategista humano também são da conta, não de uma candidatura só —
quem contrata distribui como quiser entre os candidatos que atende.
Preciso trocar a minha planilha?
Não. Você manda a sua do jeito que ela está. Não precisa arrumar coluna,
não precisa renomear nada, não precisa apagar as suas anotações.
1 · Você envia o arquivo. A mesma planilha que a campanha já
usa. O sistema abre e lê sozinho — ele reconhece a sua coluna mesmo que ela se chame
"Fone", "Celular" ou "Telefone", e acha a página certa mesmo que a primeira seja uma
capa ou um resumo.
2 · Ele te mostra o que entendeu — e ainda não gravou nada.
Aparece uma tela com a conta: quantas pessoas são novas, quantas já estão
na sua base, e quantas vieram com erro (um telefone com letra no meio, por
exemplo). Você pode ver linha por linha, e decidir o que fazer com as repetidas.
3 · Você clica em confirmar. Só aí a sua base muda. Se você
fechar a página antes disso, não entrou ninguém. Nada é feito pelas suas costas.
Duas coisas ele arruma sozinho, e elas poupam muito trabalho: "Jose da Silva" e
"JOSÉ DA SILVA" não viram duas pessoas, e telefone digitado de sete jeitos
diferentes vira um formato só. E ninguém vira liderança por planilha — todo mundo
entra como eleitor, e quem promove é você, na tela.
Se preferir começar do zero, existe uma planilha modelo para baixar: vem em
branco, com os campos que o sistema entende, e você copia a sua para dentro dela. Ela
também serve impressa, para a equipe preencher à caneta antes de alguém digitar.
A equipe consegue usar no celular?
Sim, e é no celular que ela mais usa. O cadastro de rua foi feito para ser
preenchido em pé, com uma mão. A jornada com GPS roda no aparelho do agente: o check-in só
libera dentro de 80 metros do endereço, a visita só fecha depois de 10 minutos
de permanência, e a duração real fica gravada. E cada liderança tem um link próprio para
mandar no WhatsApp — quem clica se cadastra sozinho e já cai na rede de quem mandou, com o
consentimento registrado.
Vocês têm acesso à minha conta bancária?
Não existe conta bancária ligada ao sistema, e não vai existir. Todo lançamento é
digitado à mão, com foto do comprovante. O sistema registra, aponta, organiza e monta o
pacote para o contador — ele não movimenta dinheiro. Nada sai daqui sem alguém
mandar.
Uma liderança consegue ver a base de outra?
Não. Cada liderança enxerga só o próprio ramo da rede; o líder de grupo enxerga
só o grupo dele; a equipe de rua enxerga o formulário de cadastro. São sete níveis de
acesso, e o Financeiro só abre para quem responde pela campanha. Cada login é uma
pessoa com nome — não uma senha compartilhada no grupo — e as contas que mandam entram com
verificação em duas etapas, pelo aplicativo autenticador, com códigos de recuperação
para quem perder o celular.
Como os meus dados ficam guardados?
CPF, título de eleitor e os documentos que você sobe ficam cifrados no banco —
quem abrisse a tabela não leria o número. Cada campanha é uma caixa fechada: nenhuma conta
enxerga a base de outra. E o que é feito na base fica registrado com quem fez, o que fez e
quando, inclusive quando é a nossa equipe que entra a seu pedido.
O sistema trava alguma coisa se eu estourar o teto de gastos?
Não. Ele avisa quando você se aproxima, avisa quando passa — e registra do
mesmo jeito o gasto que passou, porque prestação de contas incompleta é pior do que
gasto acima do teto. Quem decide é você, e quem julga legalidade é o seu advogado. O
sistema aponta os 12 tipos de gasto que costumam render essa conversa, e diz, na
própria tela, que aquilo não é acusação.
A inteligência artificial decide alguma coisa sozinha?
Nenhuma ação que muda a sua base acontece sem o seu OK. Ela dá nota a cada
eleitor, acha a duplicata que a equipe não viu, lê a nota fiscal, entende o que você
escreveu na agenda e escreve o relatório — mas mesclar dois cadastros, mudar o status de um
eleitor, agendar compromisso ou transferir alguém de rede são propostas, e você
confirma. Onde não há dado, ela escreve "sem dado" em vez de estimar. E o selo
✦ IA diz, em cada tela, onde ela encostou.
Quanta gente da minha equipe pode entrar?
Equipe ilimitada, em todos os planos — inclusive no Essencial. Campanha cresce em
semanas, e cobrar por cabeça faria a campanha esconder gente do próprio sistema. O que muda
entre os planos é quanta inteligência artificial cabe no mês, quantas candidaturas a mesma
conta atende e quantas sessões de estratégia com gente de verdade vêm junto: 2 por
mês no Partido e 4 no Comando, de uma hora cada, com pauta preparada.
E depois da eleição, o sistema serve para quê?
A prestação de contas é fechada por ele: o pacote sai pronto para o contador, com
folha de rosto. E o que a campanha construiu não é jogado fora — a base, os grupos, a
agenda, o histórico de contato e o território continuam de pé para o mandato. O produto
não acaba em outubro.